José Alencar, um perfil

Interrompemos a programação habitual deste blog para um momento “Caras”. Conseguimos montar um perfil do empresário, vice-presidente da República e frequentador habitual do super-reservado foyer do Sírio-Libanês, José Alencar. Prestes a completar oito anos como segundo na escala de sucessão e com mais de um ano como comandante interino do país, Alencar achou tempo para falar rapidamente, mas com exclusividade, ao blog e revelou alguns de seus hobbies e interesses. Veja abaixo.

Nome: José MacLeod Alencar

Idade: 79 anos e contando

Ídolo: Oscar Niemeyer. Quem já morou em Brasília entende.

Animal de estimação: Gosto de tartarugas. Pena viverem pouco.

Filme preferido: Fico dividido. Gosto muito do Bruce Willis em “Duro de Matar”, mas o título daquele filme do James Bond, “Um Novo Dia para Morrer” sempre me emociona. E ainda tem um do Tarantino, desses de ação, com aquele menino Russel. Acho que chama “À Prova de Morte”.

Filme que não assiste de jeito nenhum: Gosto muito do Tom Hanks, mas ele fez uma comédia horrível, um tal “Matadores de Velhinha”. Quase morri de tédio. Roteiro fraquíssimo.

Banda preferida: Quase qualquer coisa, desde que seja acústico. Música ao vivo é o que há de melhor.

Banda que não ouve de jeito nenhum: Um neto me apresentou um tal de Dead Fish, odiei. Me lembrou uma banda antiga, década de 80, chamava Dead Kennedys. Na época a gente chamava de punk, mas não sei o que é isso hoje.

Música preferida: Aquela “O Pulso”, do Titãs. Nunca entendi exatamente o motivo, mas uma vez me disseram que foi uma homenagem a mim, fiquei honrado. E tem uma chamada “Viva la Vida”, que não sei de quem é, mas que é bem divertidinha também.

Música que não ouve de jeito nenhum: São duas. “Final Countdown”, que fica na cabeça por dias, e a música tema daquele filme Beleza Americana, acho que chama “Dead Already”. Sempre me lembra o final da história. Muito trágico, né?

Livro preferido: “Quem Mexeu no meu Queijo?”. Coisa de mineiro. Dos clássicos, “Aprendendo a Viver”, do Sêneca. Os romanos entendiam disso.

Livro que não lê de jeito nenhum: “Veronika Decide Morrer”. Porque, vamos concordar, Paulo Coelho é de matar.

Uma frase: “Carpe Diem”.

É isso, pessoal, o blog volta à programação original (quase uma semana sem posts novos). Até a próxima!

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